
O secretário de saúde ainda ressalta a importância dessa prorrogação para continuar dando
suporte aos pacientes de COVID-19 que possam precisar de leitos de UTI.
Assim como em outras regiões do país, Roraima obteve junto ao MS (Ministério da Saúde) a prorrogação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), em virtude da ocupação de 50% dos leitos de UTI, condição necessária para a liberação.
A medida tem como propósito manter de forma eficaz o trabalho de enfrentamento da COVID-19 possibilitou a renovação de 10 leitos de UTI no Estado. A decisão faz parte do Plano de enfrentamento da doença, e tem como objetivo dar continuidade ao trabalho que tem sido executado no Estado.
De acordo com o secretário de saúde, Marcelo Lopes, essa iniciativa é fundamental para garantir que o trabalho já realizado seja mantido de forma plena e eficiente.
“Esse trabalho integrado entre os governos federal e estadual, no sentido de promover a atenção que a população precisa, nesse momento de pandemia, nos deixa mais tranquilos e com a certeza de que teremos condições de manter as atividades planejadas, visto que a doença apresenta cenários diferentes”, esclareceu.
Além de Roraima, outros estados foram atendidos pelo Ministério da Saúde. A renovação foi realizada no dia 25 do mês de novembro e é válida por um período de 60 dias, ficando vigente até o fim de janeiro.
O secretário de saúde ainda ressalta a importância dessa prorrogação para continuar dando suporte aos pacientes de COVID-19 que possam precisar de leitos de UTI.
“O apoio do MS tem sido fundamental para o trabalho executado em Roraima. Temos trabalhado muito para assegurar a saúde que a população necessita e com esse reforço se deus quiser teremos condições de manter a boa prestação dos serviços”, finalizou.
Conforme o médico infectologista, Domingos Sávio, que integra a equipe de especialistas do HGR, a continuidade na utilização dos leitos possibilitará o atendimento necessário, em virtude da gravidade que alguns casos apresentam.
“Temos visto um crescimento importante de casos graves que precisam de cuidados intensivos, por isso é essencial a permanência dos leitos de UTI. Desta forma ter condições de manter o suporte de terapia intensiva será de grande valia para o Estado”, reforçou o médico.
Domingos Sávio - Médico Infectologista
Marcelo Lopes - Secretário de Estado da Saúde
ASCOM/SESAU
03.12.2020
