Iniciativa ocorrerá entre os dias 08 e 12 no Centro Integrado da Pessoa
com Deficiência, localizado no bairro Santa Teresa
A Sesau (Secretaria de Saúde) realizará, entre os dias 08 e 12, a ação “Mãos que Fazem a Diferença”, iniciativa voltada à ampliação do acesso ao diagnóstico especializado de pessoas com TEA (Transtorno do Espectro Autista).
A programação ocorrerá em parceria com a Seed (Secretaria de Educação e Desporto) e a Setrabes (Secretaria do Trabalho e Bem-Estar Social), no CIAPD (Centro Integrado da Pessoa com Deficiência), localizado na Avenida São Sebastião, nº 1.195, bairro Santa Teresa, em Boa Vista.
Durante a ação, serão ofertados atendimentos com neurologista, psiquiatra, clínico pediatra, oftalmologista, psicólogo e fonoaudiólogo. Também serão realizadas solicitações de óculos de grau para os pacientes atendidos.
A secretária adjunta da Sesau, Claudete Praia, destacou que a iniciativa busca garantir o acesso ao diagnóstico e ao encaminhamento adequado para os tratamentos necessários.
“Essa iniciativa reúne uma equipe multiprofissional com o objetivo principal de atender pessoas que ainda não possuem laudo, possibilitando a realização do diagnóstico e de uma triagem especializada, para que recebam o encaminhamento adequado às terapias cognitivas necessárias”, ressaltou.
Para participar da ação, é necessário apresentar cartão do SUS, documento de identidade e comprovante de residência.

Sobre o TEA – O TEA (Transtorno do Espectro Autista) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a forma como a pessoa percebe o mundo, se comunica e interage socialmente. O termo “espectro” é utilizado porque os sintomas e os níveis de suporte necessários variam amplamente, abrangendo desde pessoas com maior autonomia até aquelas que necessitam de assistência mais intensiva.
Entre os principais sinais de alerta para o TEA estão:
• Ausência de contato visual ou de expressões faciais; • Não responder ao nome até os 12 meses de idade; • Atraso na fala ou perda de habilidades já adquiridas; • Pouco ou nenhum interesse por interações sociais; • Comportamentos repetitivos, como balançar o corpo ou alinhar objetos; • Resistência a mudanças na rotina; • Hiper ou hipossensibilidade a sons, luzes e texturas.
SECOM RORAIMA
JORNALISTA: Suyanne Sá
FOTOGRAFIA: Ascom/Sesau


